terça-feira, 9 de junho de 2015

PLANO DE MANEJO DA AMAZÔNIA PARA "LAVAR" ORIGEM SUJA DA MADEIRA

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Escândalo! O plano de manejo da Agropecuária Santa Efigênia é uma fraude. De onde vem essa madeira? Do plano que não é, até o órgão ambiental do Pará confirmou! Enquanto isso, terras indígenas são saqueadas, na certeza de que a madeira ilegal será “lavada” com documentações como essas. Saiba mais: http://bit.ly/MistérioDoIpê

terça-feira, 25 de março de 2014

OMM CONFIRMA O ANO DE 2013 COMO O SEXTO MAIS QUENTE DESDE MEADOS DO SÉCULO XIX

O ano 2013 foi, junto com 2007, o sexto mais quente desde meados do século XIX, informou nesta segunda-feira a Organização Mundial da Meteorologia (OMM), segundo a qual este aumento de temperatura confirma que o aquecimento global, e portanto a mudança climática, está ocorrendo "sem lugar de dúvidas".

"Temos que levar em conta que em 2013 não ocorreu o fenômeno El Ninõ, que tende a aquecer mais o planeta. E apesar da ausência desse fenômeno, tivemos um aumento da temperatura global, isto demonstra que o aquecimento global está ocorrendo", afirmou em entrevista coletiva o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.

El Niño, e seu fenômeno oposto, La Niña, são responsáveis pelo aquecimento e esfriamento de extensas zonas do mar, respectivamente, e contribuem para o aumento das temperaturas do ar.

Jarraud apresentou hoje a "Declaração sobre o Estado do Clima de 2013", elaborada pela OMM e que contém detalhes sobre precipitações, inundações, secas, ciclones tropicais, a cobertura de gelo e o nível do mar em escala regional.

Tanto em 2013 como em 2007, as temperaturas da superfície do oceano e da terra foram superiores em 0,50 graus centígrados a média de 1961 a 1990, e 0,03 graus centígrados mais altas que a média da década mais recente (2001-2010).

Estes dados deixam sem argumentos os que ainda rebatem o fenômeno da mudança climática, explicou Jarraud, que disse que 13 dos 14 anos mais quentes dos quais se têm dados foram registrados no século XXI.

Os mais calorosos de todos foram 2005 e 2010, com temperaturas mundiais superiores em 0,55 graus centígrados à média a longo prazo.

"De fato, cada década em meio século é mais quente que a precedente", afirmou Jarraud, que acrescentou que o aquecimento do ar ano a ano é menor do que se esperava, o que é algo muito positivo, mas o dos oceanos está crescendo.

Os oceanos constituem uma proteção eficaz do sistema climático ao absorver e armazenar uma grande quantidade do excesso de carbono e de calor da atmosfera.

O relatório revela que ao redor de 93% do excesso de calor apanhado pelo sistema terrestre entre 1971 e 2010 foi absorvido pelos oceanos.

Antes do ano 2000, a maior parte do calor ficava entre os 700 metros de profundidade e a superfície; e desde então o calor foi armazenado entre os 700 metros e os 2000 metros, o que já causou danos nos corais, mariscos e em outros tipos de vida marinha.

"Mas há outras consequências negativas. Por exemplo, na zona onde se gerou o tufão Haiyan (também conhecido como Yolanda), uma das tempestades mais intensas que tocaram a terra, e que devastou partes do centro das Filipinas, o nível do mar subiu 35 centímetros nos últimos 50 anos, e isso tem efeitos inegáveis", declarou Jarraud.

Em escala mundial, o nível do mar subiu em 19 centímetros desde o início do século XX, devido principalmente ao aumento da temperatura e ao degelo das geleiras.

Por outro lado, em 2013 as temperaturas altas mais extremas se registraram na Austrália, que viveu o ano mais quente que se tenham dados.

A OMM lembrou hoje que, em geral, o hemisfério sul sofreu com uma onda de calor muito intensa no ano passado que provocou fenômenos extremos e aparentemente opostos.

Cabe lembrar que, por exemplo, em 2013 o nordeste do Brasil padeceu de uma seca devastadora, e o planalto brasileiro sofreu o maior déficit de chuva desde 1979, enquanto o sudeste do país sofreu intensas chuvas.

A Argentina, por sua vez, experimentou um período extremamente quente de outubro a dezembro, incluindo o dezembro mais caloroso desde que são feitas as estatísticas, o que contribuiu para que 2013 fora o segundo ano mais quente (após 2012) desde que se têm dados.

Site TERRA 

A PNUMA PROMOVE CONCURSO PARA O DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE


Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça agora podem ajudar os Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento, e de quebra te levar para uma ilha paradisíaca. O Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) lança uma competição de vídeo-blogs como parte das celebrações do Dia Mundial do Meio Ambiente 2014 (WED 2014).

Vlogueiros do mundo todo podem submeter vídeos de até dois minutos de duração focados no tema do WED 2014: Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento e as Mudanças Climáticas.

Os filmes podem se basear no slogan deste ano, Aumente sua voz, não o nível do mar, e também utilizar seus componentes, como “Celebrando o Dia Mundial do Meio Ambiente”, “Pequenos Estados Insulares em Desenvolvimento” e “Mudanças Climáticas”.

O melhor vídeo será escolhido pelo embaixador da Boa-Vontade do PNUMA e ator hollywoodiano Don Cheadle. O vencedor será convidado a cobrir um evento das Nações Unidas em um dos pequenos estados insulares em desenvolvimento.

Clique AQUI e saiba mais sobre a competição.

sábado, 22 de março de 2014


No dia 22/03 comemoramos uma data muito importante: o Dia Mundial da Água! 

Uma forma de celebrar esse dia é evitando seu desperdício.



Use seu poder e prepare-se para a Hora do Planeta. Consuma água com consciência!

segunda-feira, 10 de março de 2014

COMPANHIA INVESTE EM SACO PLÁSTICOS BIODEGRADÁVEIS

A companhia BASF criou o plástico Ecovio®, que são totalmente degradáveis. A embalagem possui uma substância semelhante a de moléculas naturais, resultando na ação de micro-organismos (Fungos em Bactérias) na conversão da Ecovio® e resíduos orgânicos em água, dióxido de carbono (CO2) e Biomassa.


De acordo com a BASF, a biodegradação ocorre de forma mais eficaz em uma usina de compostagem industrial, na qual o plástico pode ser completamente decomposto em algumas semanas.

Leia mais sobre este projeto no site da BASF.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

ESTRÉIA NA PRÓXIMA SEXTA DOCUMENTÁRIO SOBRE COMO VIVER NA FLORESTA DE FORMA SUSTENTÁVEL

“Amazônia Eterna” estreia nesta sexta-feira (14/2) em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Manaus.

Com uma área superior a 5 milhões de km2, uma infinidade de espécies de fauna e flora e cerca de 20% das reservas de água doce do planeta, a Floresta Amazônica vive hoje diferentes formas de exploração econômica e desperta a preocupação de organizações ligadas à preservação ambiental, mas também o interesse de grupos empresariais. Percebendo a riqueza do tema, a produtora Giros e a Agência Tudo uniram forças para a realização do documentário “Amazônia Eterna”


O longa, que estreia nesta sexta-feira (14) em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília e Manaus, embarca em uma viagem corajosa que, despida de preconceitos, visita e apresenta relevantes projetos de sustentabilidade na região, inseridos num dos mais ricos e surpreendentes cenários do mundo.

Dirigido por Belisario Franca (Giros) e idealizado em parceria com Maurício Magalhães (Agência Tudo), o filme traz uma nova visão sobre as possibilidades de convivência harmônica entre a exploração da economia verde e a manutenção do ecossistema amazônico. O documentário apresenta nove projetos com propostas bem sucedidas do uso da floresta de maneira sustentável, beneficiando diretamente a população local e promovendo boas parcerias econômicas. 

“Conheci a Amazônia em filmes que rodamos anteriormente e percebi que no Brasil falamos apenas dos problemas de degradação da floresta”, explica Belisario Franca.

Atividades como agricultura, pesca, pecuária e extrativismo são desvendadas sob o respaldo de especialistas, entre eles o economista Sérgio Besserman, a ambientalista Bertha Becker, e o ecologista Virgilio Viana, além do depoimento de amazônidas.

“O objetivo do filme é fazer com que a Amazônia seja sentida pelo espectador, daí a escolha por uma narrativa sensorial que coloque as pessoas dentro desse lugar. Seguir o fio narrativo da história é como navegar pelos rios da floresta, tudo é orgânico. Daí vem também o nosso maior desafio, que é mostrar tudo por um novo ângulo, tanto do ponto de vista da informação quanto da estética”, acrescenta Belisario.

O documentário conta com o Patrocínio exclusivo da Vale, através da Lei do Audiovisual.


CIDADE AMERICANA VIRA SÍMBOLO DE SUSTENTABILIDADE

Dubuque, em Iowa, conseguiu reduzir em 11% seu consumo de energia.

Centro de Dubuque, nos EUA: exemplo de cidade sustentável

Com cerca de 95 000 habitantes, a pequena Dubuque, no estado de Iowa, vem se destacando como uma das cidades mais sustentáveis dos Estados Unidos. Tudo começou em 2005, quando o prefeito Roy Buol convocou a população a participar de um programa para reduzir os impactos ambientais na região. Ao trazer empresários, religiosos e educadores para junto de si, a intenção do político foi não só unir a população como criar um grupo capaz de intervir caso interesses políticos se sobrepusessem ao objetivo do programa. 

O primeiro passo da iniciativa para poupar recursos foi dar aos moradores da cidade uma noção precisa de consumo. Isso foi possível graças à contratação de uma plataforma em nuvem, por meio da qual todos passaram a ter acesso, em tempo real, ao consumo de água nas residências. Ao chamar a atenção para o desperdício e alertar a população para vazamentos, a medida conseguiu reduzir em 7% o consumo de água.

Quem gasta mais
Algoritmos baseados em nuvem também ajudaram a prefeitura a gerir a energia usada por cerca de 1 000 residências. Para chamar a atenção para o programa, empresas da região lançaram uma competição na qual os moradores puderam, por meio de uma rede social integrada à solução, dividir e comparar os seus padrões de consumo com parentes e amigos. Resultado: uma redução de 11% nos gastos com energia.

Transporte público
O projeto sustentável de Dubuque – considerada a melhor cidade americana de pequeno porte para se criar uma família – também considerou a reestruturação do sistema de transporte público. Para melhorar o fluxo das vias, especialistas desenvolveram um método que capta os dados de celulares, aparelhos GPSs e sistemas de cobrança de tarifas para traçar um panorama, em tempo real, do trânsito em toda a cidade. 

Com esses dados em mãos, os governantes conseguem traçar decisões táticas, como remanejar a rota dos ônibus para evitar a lentidão. Hoje, os moradores de Dubuque levam, em média, 16 minutos para se descolar de casa ao trabalho. “Temos visto inúmeros exemplos de jovens que voltaram a Dubuque depois de formados e ficaram tão deslumbrados com o que viram que decidiram ficar”, diz Buol. “É esse ciclo virtuoso baseado na qualidade de vida que forma uma comunidade sustentável.”